O que funcionou e o que não funcionou na estreia da Fly 51 em Porto Alegre

Foto: Thiago Dorscheid

Após meses de expectativa, finalmente estreou aquela que já se posiciona como a maior casa de eventos do Rio Grande do Sul nas últimas décadas. A Fly 51 abriu as portas neste sábado (28), com show de Zé Neto & Cristiano, marcando o início de uma nova fase para o entretenimento na capital.

O QUE NÃO DEU CERTO

Um dos principais problemas apontados pelo público foi a climatização da área coberta. Permanecer nesse espaço durante o show exigiu resistência: o calor era intenso e desconfortável. A expectativa agora é que a organização implemente soluções de climatização para as próximas edições.

O estacionamento, com valores elevados, também gerou críticas. Isso acabou incentivando parte do público a estacionar nas ruas do entorno, recorrendo a flanelinhas, o que reforça uma prática irregular. Rever os preços pode ser um caminho para reduzir esse tipo de situação e melhorar a experiência geral do evento.

O QUE DEU CERTO

Por outro lado, a Fly51 entregou pontos bastante positivos. O espaço amplo facilitou a circulação do público, com boa oferta de banheiros, bares e caixas, o que praticamente eliminou filas ao longo da noite.

A estrutura de palco também se destacou: dimensões adequadas, dois grandes telões de LED nas laterais e passarela, garantindo visibilidade de diferentes pontos da arena. A sonorização foi outro acerto, o som apresentou boa clareza e alcance.

A estreia foi grandiosa e mostra o potencial da Fly51 como novo polo de eventos em Porto Alegre. Agora, o desafio está nos ajustes: resolver os gargalos identificados será fundamental para alcançar um padrão de excelência à altura da proposta do espaço.