O Planeta Atlântida chega aos 30 anos em 2026 com uma coisa bem curiosa: o festival vai ficando mais velho no tempo, mas cada vez mais jovem no público. E isso não acontece por acaso. O Planeta sempre foi um festival que entendeu uma regra básica: pra continuar gigante, ele precisa se renovar.
O evento nasceu lá em 1996, criado pela Rádio Atlântida, e virou um dos maiores símbolos do verão no Rio Grande do Sul e do Brasil. Desde o começo, o Planeta sempre teve aquele clima de “evento da geração”. Quem viveu sabe, era onde todo mundo queria estar.
E o mais legal é que, nesses 30 anos, o festival já viu passar de tudo. Teve época em que o rock dominava. Teve fase bem pop. Teve axé, pagode, eletrônico… e, hoje, tem muito trap, funk e as músicas mais estouradas do Brasil. Ou seja: o Planeta foi mudando junto com o mercado musical, e foi por isso que ele nunca ficou pra trás.
Na primeira edição, por exemplo, passaram nomes como Mamonas Assassinas, Titãs e Rita Lee, o que mostra como o festival começou bem conectado com o que era grande naquela época. Com o tempo, o Planeta virou um palco onde muita coisa histórica aconteceu e onde muita gente grande já se apresentou.
Em 2026, o line-up mostra bem essa nova cara do Planeta: é um festival que fala diretamente com o público jovem de hoje. Estão no evento nomes como Anitta, Alok, Ludmilla, Matuê, Luísa Sonza, Veigh, WIU e João Gomes. Artistas que dominam streaming, redes sociais e fazem parte do dia a dia da galera.
E aí vem o ponto principal, o Planeta continua sendo o festival da juventude porque ele acompanha a juventude. Ele troca, atualiza, mistura estilos e traz o que tá bombando agora. O resultado é que a cada edição o festival “rejuvenesce”, como se fosse sempre o primeiro Planeta de alguém.

