Eddie – 2ª Maluca 18 anos no Ocidente

Quando: 22:00 27/11/2017
Onde: Bar Ocidente
Quanto: Ingressos antecipados : R$35,00 (trinta e cinco reais)

Pontos de venda:
Back In Black (Shopping Total - loja/ 2119 - fone: 3018 - 7619)
Sirius (República, 304 - fone: 3225 - 1694)
Online: sympla.com.br

Ingressos no local: R$50,00 (cinquenta reais)

ONDE: Ocidente – João Telles esq. Osvaldo Aranha
INFORMAÇÕES: (51) 3012 2675 – www.barocidente.com.br


2ª Maluca 18 anos!

E o projeto Segunda Maluca chega à “maioridade”…
Tudo começou em 1999, no Dr Jekyll, passou pelo Garagem Hermética e logo foi para o Manara.
Em 2003, mudou-se para o Opinião, onde permaneceu até meados de 2017. Posteriormente, chegou ao bar Ocidente para “sacudir” o velho casarão do Bom Fim.
Tantos shows, tantas bandas, um CD, tantas coisas…
E seguimos!!!

EDDIE

Com mais de 25 anos de estrada, a banda Eddie retoma seu clima praiero e se prepara para montar seu bloco de carnaval neste verão. Uma dos principais responsáveis pela renovação do frevo, estilo musical pernambucano considerando Patrimônio Imaterial da Humanidade, e atualmente na trilha sonora do premiado longa “Que horas ela volta?”, indicado como representante brasileiro ao Oscar 2015, a banda Eddie se prepara para entrar com tudo no período pré-carnavalesco. Levando na mochila toda a alegria das ladeiras de Olinda, juntamente com sua bagagem de mais de 25 anos de estrada, o grupo formado 1989 – período de gestação do movimento Manguebeat – se tornou um verdadeiro estandarte do Carnaval pernambucano. A mistura contagiante de rock, frevo, samba, reggae e surf music, equilibrando a exaltação da festa e a crítica social, o bailinho e o “frevor” de suas músicas, tornaram a banda um verdadeiro fenômeno de público por onde passa. Arrastando seu bloco, a Eddie sabe muito bem como levar o público à euforia, pulando ao som de hits de seu repertório como “Vida boa”, “Não vou embora”, “Ela vai dançar”, “Pode me chamar”, “Desequilíbrio”, “Quebrou, saiu e foi ser só” e, claro, o “Hino do Elefante”, tradicional bloco de rua de Olinda. Com sete álbuns lançados e mais de 70 mil discos vendidos, os olindenses colecionam apresentações em importantes palcos e festivais como o Lollapalooza, Rec-Beat, Abril Pro Rock, Festival de Inverno de Garanhuns, Circo Voador e Sesc Pompeia. E tiveram músicas regravadas por diversos artistas nacionais, como Cássia Eller e Nação Zumbi, quando esta primeira releu no consagrado acústico MTV, o hit “Quando a maré encher”. Inaugurando o “Original Olinda Style” como conceito musical, a banda também foi responsável por dar um novo gás na música pernambucana ao misturar o tradicional frevo às suas referências de samba-punk. Com um estilo próprio de tocar guitarra, Fábio Trummer deu o pontapé – através do lançamento do álbum que leva o título do movimento estético, em 2003 – para o surgimento uma nova identidade olindense, suas festas e ritmos. Além das referências já conhecidas do trabalho, como o frevo, samba, rock e reggae, a banda busca sempre explorar novos territórios, como uma mistura do frevo canção com o bolero presente em seu mais recente trabalho: “A gente tem uma cultura muito rica e somos admiradores de uma cultura universal. Então, é uma brincadeira muito boa, pensar músicas a partir dessas diferenças culturais, e tentar fazer uma música própria”, conta Fábio Trummer, vocalista do grupo e único integrante a participar de todas as suas formações.
Em 2015, o grupo realizou com sucesso a campanha de financiamento coletivo para lançar o seu sexto disco de inéditas: Morte e Vida. Com a mobilização de 450 fãs, a Eddie alcançou 124% da meta estabelecida no Kickante (R$ 20 mil). Morte e Vida está na trilha de “Que horas ela volta?”, com as músicas “Essa trouxa não é sua” e “Meu coração”, além de “Radistae”, de Original Olinda Style (2003). Esta não é a primeira participação do grupo nas telonas. Já em 1996, a Eddie participou ainda da trilha sonora do filme “Enjaulado”, de Kléber Mendoça Filho, com “Pedra”. E, ao lado de Erasto Vasconcelos, um dos maiores parceiros da Eddie e irmão de Naná Vasconcelos, Fábio Trummer foi premiado com o Kikito de Melhor Trilha Sonora, no Festival de Gramado de 2007, pelo trabalho realizado em Deserto Feliz (longametragem de Paulo Caldas). Entre os vários músicos que já passaram pela banda, destacam-se Roger Man e Bernardo Vieira (Bonsucesso Samba Club), Fred Eremita e Karina Buhr (Comadre Fulozinha). Esta última, aliás, esteve presente em quase todos os discos do grupo desde sua formação, com exceção do terceiro álbum: “Metropolitano” (2006). “Karina Buhr é a nossa sexta integrante da Eddie”, brinca Trummer.

Formação Fábio Trummer (guitarra e voz), Alexandre Barreto Urêa (percussão e voz), Andret Oliveira (trompetes, teclados e samplers), Kiko Meira (bateria) e Rob Meira (baixo).

Discografia “Sonic Mambo” (Roadrunner, 1998), “Original Olinda Style” (independente, 2002), “Metropolitano” (independente, 2006) e “Carnaval no Inferno” (independente, 2008), Veraneio (independente, 2011), Coletânea Eddie 25 Anos (1989-2014), “Morte e Vida” (independente, 2015).

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