Bachianas Brasileiras, de Villa-Lobos, no concerto de abertura da temporada Domingo Clássico Juvenil da Orquestra da Ulbra

Sob a regência de Tiago Flores, programa também terá obra de Arthur Barbosa, além da execução de “Concerto para Orquestra de Cordas, op. 17”, uma das mais importantes obras de Joly Braga Santos (1924 —1988), que será executada pela primeira vez no Brasil

No dia 12 de abril, a Orquestra de Câmara da Ulbra inicia mais uma temporada da série Domingo Clássico Juvenil. Neste ano, completam-se 12 anos ininterruptos do projeto, que realiza um concerto por mês, sempre aos domingos, às 19h, na Associação Leopoldina Juvenil (Marquês do Herval, 280), com entrada franca.

Foto: Nathan Carvalho
Foto: Nathan Carvalho

O espetáculo terá a execução de Bachianas Brasileiras, uma série de nove composições de *Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959*) escritas entre 1930 e 1945. Nesse conjunto, o compositor fundiu material folclórico brasileiro (em especial a música caipira) às formas pré-clássicas no estilo de Johann Sebastian Bach (1685 – 1750), intencionando construir uma versão brasileira dos Concertos de Brandemburgo.

A orquestra apresentará o prelúdio de “Bachianas Brasileiras n° 4”, seguida de “Bachianas Brasileiras n° 9” e “Bachianas Brasileiras n° 5” – esta última com solo da soprano Elisa Machado.

Outro destaque do programa é “Concerto para Orquestra de Cordas, op. 17”, ainda inédita no Brasil. Trata-se de uma das mais importantes peças de Joly Braga Santos (1924 —1988), compositor e maestro português.

Segundo Tiago Flores, o acesso ao trabalho de compositores portugueses do século XX ainda é bastante restrito no Brasil. “Estou sempre procurando obras diferentes para compor o repertório da Orquestra. Descobri esta gostei bastante! Fui atrás da partitura, alugamos do editor e conseguimos incluir neste concerto”, explica.

 

DOMINGO CLÁSSICO JUVENIL

ORQUESTRA DE CÂMARA DA ULBRA

Quando: Domingo, dia 12 de abril, às 19h

Onde: Associação Leopoldina Juvenil (Rua Marquês do Herval, 280)

Entrada Franca

 

 

Por: Raphaela Donaduce Flores